Plantar ervas aromáticas dentro de casa
23/12/2008
Plantar ervas aromáticas no quintal é talvez o ramo da horticultura mais fácil de se praticar e os resultados são sempre uma razão de orgulho e alegria. As ervas no exterior são bastante tolerantes, e precisão de pouca manutenção. Mas dentro de casa as coisas tendem a ser diferentes, as ervas criadas no parapeito de janela tornam-se bastante dependentes.
- Necessitam de uma fonte de Luz – o ideal será um sítio coberta por luz solar natural durante pelo menos quatro horas diárias. Ainda existe a hipótese de luzes artificiais mas não esquecer que o sol, é de graça.
- Menos Água – ao contrario das ervas no exterior, dentro de casa não se verifica o efeito de evaporação tornando assim mais difícil de manter a humidade requerida. Tendendo a aparecer problemas relacionados a excesso de humidade em resultado de regas deficientes.
- Evitar mudanças repentinas de temperatura – a maioria das ervas aromáticas são de estrutura frágil, por isso mudanças de temperaturas têm tendência a afecta-las negativamente. Por isso, lugares perto de portas ou janelas que sejam abertas muitas vezes são de evitar.
- Alimento – as ervas no interior necessitam de muito mais alimento devido ao facto de se encontrarem limitadas dentro do vaso.
- Não use demais – As ervas no interior tem uma taxa de desenvolvimento muito inferior e um tempo de crescimento mais alargado. Assim recomenda-se um uso cuidado e limitado, cortando sempre as pontas e deixando sempre a bastante da planta com base de crescimento.
Em relação à pergunta: Que tipos de ervas aromáticas crescem bem no interior?
Uma pequena lista que pode muito bem ainda ser alargada futuramente:
- Manjerona – Origanum majorana
- Oreganos – Origanum vulgarie
- Coentros – Coriandrum sativum
- Tomilho – Thymus sp.
- Salsa – Petroselinum sp.
- Valeriana – Valeriana officinalis
- Hortelã – varias
- Poejos – Mentha pulegium
O ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus) é maior insectívoro da nossa fauna, com um comprimento do corpo entre 18 e 20 cm e cerca de 1 kg de peso máximo, sendo o valor mais habitual os 700 g. É facilmente identificado por ter o dorso coberto de espinhos longos e aguçados, de cor acastanhada e com bandas escuras nas extremidades. A cauda é muito pequena, as orelhas são igualmente pequenas e a cabeça encontra-se bem destacada do corpo. A cabeça e a superfície ventral são densamente cobertas de pêlos. Tem um sentido de visão pouco desenvolvido, ao contrário da audição e do olfacto. Quanto sente perigo enrosca-se, expondo os espinhos como armas de defesa. Hiberna entre Novembro e Março.
É um animal solitário e territorial, de hábitos essencialmente nocturnos, podendo ser observado nas últimas horas do dia e ao amanhecer. Alimenta-se sobretudo de invertebrados que encontra no solo – minhocas, escaravelhos, lagartas, aranhas e lesmas – embora também por vezes consuma ovos e pequenos vertebrados – sapos, lagartos, crias de roedores e de aves. Também come peixe, até porque é um excelente nadador. Consome cerca de 70 g de alimentos por noite.
A época da reprodução verifica-se de Abril a Agosto, tendo a gestação uma duração de 12 a 13 semanas. Cada ninhada é composta por 4 a 6 crias.
Tem uma longevidade máxima de 7 a 10 anos, vivendo em média 3. As principais causas de mortalidade são a fome durante a hibernação e a predação por parte de raposas, texugos ou mesmo cães. Os atropelamentos na estrada constituem também um importante factor de mortalidade desta espécie.
Fonte: bragancanet.pt